9 de janeiro de 2019

Sinteal participa de reunião de lançamento da Campanha Salarial 2019 em Maceió

Representado por sua presidenta, Consuelo Correia, o Sinteal participou, na tarde desta terça-feira (08), na sede da Central Única dos Trabalhadores de Alagoas (CUT/AL), em Maceió, da primeira reunião do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Municipais de Maceió, que, além do Sinteal, contou com a presença de representantes do SindPrev, SindsPref, Saseal, Sindacs, entre outras entidades sindicais. “Aproveitamos esta primeira reunião para lançar unificadamente a Campanha Salarial deste ano em Maceió, e já deliberamos algumas ações de luta e de tentativas de negociação, porque o saldo do ano passado é de perdas salariais que precisam ser corrigidas pela Prefeitura”, disse Consuelo.

Dentre as primeiras ações da Campanha Salarial 2019, o Movimento Unificado já encaminhou ofício à Secretaria Municipal de Gestão, na pessoa do seu titular Reinaldo Braga, solicitando a realização da primeira reunião do ano da Mesa de Negociação, que é composta por representantes de cada sindicato de servidores/as públicos/as municipais e da prefeitura, para iniciar as discussões em relação à recomposição das perdas salariais que, segundo os cálculos do Movimento Unificado, alcançam um percentual de, no mínimo, 15,41%, sem contar o IPCA. Em 2018, a Prefeitura de Maceió concedeu um reajuste de fome aos trabalhadores e trabalhadoras, da ordem de 2,95%

Primeira assembleia unificada

A reunião do Movimento Unificado também fechou posição quanto à realização da primeira assembleia unificada de luta dos/as servidores/as públicos/as de Maceió, que será realizada no dia 17 de janeiro (uma quinta-feira), às 09hs, no auditório do Sindicato dos Bancários, no Centro de Maceió.

Segundo Consuelo, “a luta em Maceió tem situações unificadas, que unem todos os sindicatos, mas também apresenta situações específicas de cada categoria. No caso da Educação, vamos reivindicar, para já, a realização de reuniões com os representantes da prefeitura para tratar da nossa pauta de luta que, dentre outras bandeiras, envolve progressões por mérito e por titulação, calendário, chamada de concursados, o um terço de hora-atividade (neste caso, em relação à forma como está sendo implantado)”.

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