24 de abril de 2013

Sinteal participa de “audiência pública” na ALE

Parlamentar e lideranças criticam ausência de deputados e do próprio secretário de Estado da Educação no evento

O Sinteal participou, na manhã desta 4ª feira (24/4), no plenário da Assembleia Legislativa de Alagoas (AL), de uma audiência pública, convocada pelo deputado estadual Judson Cabral (do PT), que discutiu importantes temas ligados à 14ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública. O evento aconteceu no segundo dia da greve nacional da educação pública, organizada pela Confederação nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos filiados.

Mesa

Fizeram parte da mesa diretora da audiência pública,

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além do próprio deputado Judson Cabral e da presidenta do Sinteal, professora Consuelo Correia, as seguintes lideranças da educação: profª Maria Cristina (membro da Câmara de Educação Superior do Conselho Estadual de Educação de Alagoas), profª Girlene Lázaro (Conselheira do Fundeb/AL e também diretora do Sinteal), Sandra Regina (Vice-presidenta do Conselho Municipal de Educação de Maceió), além do sindicalista Cícero Lourenço, que representou a Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT/AL).

Momento importante

O deputado Judson Cabral abriu a sessão pública alertando para o importante momento que a educação vive, com a realização da 14ª Semana Nacional em Defesa e promoção da Educação Pública, construída pela CNTE e sindicatos filiados, e lamentou “a ausência dos meus colegas deputados, além do próprio secretário de Estado da Educação Adriano Soares, que não deram a importância necessária a um fórum importantíssimo de discussão dos problemas e soluções da educação pública brasileira e, particularmente de Alagoas”.

Ausência inexplicável

Seguindo o posicionamento do deputado petista, a presidenta do Sinteal, Consuelo Correia, que fez uma explanação sobre os “eixos” da 14ª Semana Nacional da Educação, também cobrou a presença de deputados na audiência pública, lembrando que “eles [os parlamentares], em período eleitoral, utilizam a educação como pano de fundo dos seus discursos, mas, quando acontece um evento como esta audiência pública volta aos debates educacionais, não aparece nenhum parlamentar”.

Caos

A presidenta do Sinteal ressaltou a gravidade vivida na educação pública estadual, afirmando, por exemplo, “que a área vive um déficit de cerca de 3 mil professores [Nota: no Brasil, são 300 mil], e o concurso alardeado pela secretaria de Estado da Educação ainda não saiu do papel, sem esquecer o quadro de incertezas quanto ao ano letivo e a situação de muitas escolas que, depois das reformas, trabalham, ainda, em condições preocupantes, com infiltrações e outros problemas”.

Consuelo alertou também para a necessidade de uma maior mobilização da categoria e da sociedade, que não podem ficar distantes do fato de Alagoas ser detentora de um dos maiores índices de analfabetismo em nível nacional, “sem que não façamos uma leitura correta dessa situação, para ver a importância de comparecermos a eventos como este de hoje, aqui na Assembleia Legislativa, onde a educação pública foi a protagonista principal”.

Perda de alunos

A conselheira do Fundeb e diretora do Sinteal, Girlene Lázaro alertou para os vários problemas da gestão, entre outros a perda de alunos prevista para 2013, na rede estadual, de cerca de 23 mil alunos. “Outro grave problema vivido na rede pública estadual da educação é que a mesma possui mais aposentados que inativos”, disse. A atual situação do Conselho Estadual de Educação (CEE/AL), golpeado por atos discricionários da Secretaria de Estado da Educação (SEE) também foi criticado em sua postura, “porque não há vontade de uma fiscalização séria e a ‘si próprio’, de quem lá se colocou”, observou a sindicalista.

Críticas do Comed

A presidente do Conselho Municipal de Educação de Maceió, Edna Lopes, ressaltou a importância e a atenção que deveriam ser dadas pelo Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Educação (SEE) à formação e à carreira, mas ressaltou que “o governo estadual não leva a sério estas ações, desrespeitando, por exemplo, a importância do curso Profuncionário”. Ela alerta que este “desinteresse” tem uma causa condenável, “porque ao governo interessa terceirizar a educação e não profissionalizar, por isso só existiram, até agora, duas turmas de Profuncionário”.

Já a vice-presidenta do Comed, Sandra Regina, criticou a forma de “violência administrativa” da qual foi vítima o próprio Conselho, e classificou o fato como um “golpe” contra a instituição.