12 de março de 2019

Plenária organiza Mobilização em Defesa da Previdência

O movimento sindical convocou para o dia 22 de março, uma grande mobilização nacional em defesa da previdência. Em Alagoas, o Sinteal participou nesta segunda-feira (11), de uma plenária organizada pela CUT com representantes de vários sindicatos e das outras centrais sindicais (CTB, CSP conlutas e Nova Central) no auditório dos Urbanitários, para definir o ato que acontece aqui.

Marcada para às 15h, com concentração na Praça do Centenário, a manifestação do dia 22 em Maceió seguirá caminhada até o Palácio do Governo.

A articulação contra a Reforma da Previdência é atualmente uma das principais pautas da classe trabalhadora no país. O projeto que está em tramitação desde o governo Temer e foi piorado por Bolsonaro é uma ameaça aos direitos da maioria dos brasileiros. A luta já vinha sendo feita desde 2016 e, graças à resistência dos movimentos sociais junto com o povo, até agora não foi aprovada.

Consuelo Correia, presidenta do Sinteal, ressalta a importância da participação de todos. “A classe trabalhadora unida tem o poder de enfrentar e vencer qualquer coisa. O momento é de cada um de nós empunhar sua bandeira, ir às ruas e mostrar aos nossos representantes que não aceitamos retirada de direitos. A greve geral de abril de 2017 parou o país, e se for preciso faremos de novo, até que esse projeto esteja completamente enterrado”, convocou.

Intransigente na defesa dos direitos, a CUT e os seus sindicatos estão mostrando para os parlamentares o que representa o projeto para o povo brasileiro. A campanha da CUT “se votar não volta” deixou claro que o povo não vai eleger deputado que concordar com o projeto que acaba com a sua aposentadoria.

A agenda de 2019 está apenas começando.Essa mobilização é um esquenta, para a construção de uma grande greve geral. Nacionalmente, estão unidas várias centrais sindicais: CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST.
Também devem participar das mobilizações, movimentos sociais de várias áreas, como os de luta pela terra, feministas, juventude, estudantes, partidos e religiões.

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