15 de maio de 2019

Sinteal: Nota de Repúdio


O presidente Jair Bolsonaro, mais uma vez, dá provas inequívocas de despreparo e de desequilíbrio emocional – inconcebíveis tendo em vista o respeito que deveria ter à liturgia do cargo que ocupa -, ao classificar, no início da tarde desta quarta-feira (15 de maio), de “idiotas úteis” e “massa de manobra” os milhares de trabalhadores/as em educação do ensino básico e superior, e os milhares de estudantes, pais e pessoas do povo, que saíram em protesto neste dia da “Greve Nacional da Educação”.

Do alto de sua arrogância, no estilo destemperado que lhe é peculiar, o Sr. Bolsonaro, ao invés de tentar defender o indefensável, ou seja, a sua política de CORTES DRÁSTICOS na área da educação, que ultrapassam a casa dos BILHÕES DE REAIS, e uma reforma previdenciária que massacra os mais pobres, prefere, a exemplo de seus mimados e malcriados filhos, atacar trabalhadores e trabalhadoras que, utilizando o que ainda resta de democracia no país, saem às ruas para defender seus direitos e tentar salvar a educação pública (básica e superior) do DESMONTE arquitetado pelo seu (des)governo que, mal começou, já dá provas de que não deverá ir muito longe.

A resposta dos trabalhadores e trabalhadoras da educação, dos estudantes e pais e da sociedade em geral foi firme e histórica: mais de um milhão de pessoas nas ruas de todo o Brasil, portando faixas, cartazes, palavras-de-ordem e com uma só certeza: A EDUCAÇÃO PÚBLICA NÃO VAI SER DESTRUÍDA!

Este dia de “Greve Nacional da Educação” é preparativo da grande greve geral de todas as categorias de trabalhadores/as marcada para o próximo 14 de junho.

Fora, Bolsonaro!