8 de junho de 2019

Luta no interior tem assembleia e negociação da campanha salarial

Luta no interior

REGIONAL PALMEIRA DOS ÍNDIOS

Educação em Cacimbinhas cobra respeito à data-base na campanha salarial

Na manhã da última sexta-feira (7)  aconteceu no município de Cacimbinhas uma assembleia de trabalhadoras/es em educação, que teve como pauta principal a luta da campanha salarial em prol do reajuste salarial da categoria, mas outro assunto que dominou foi o descaso do gestor municipal contra as/os trabalhadoras/es.

Em 2018, apesar de toda a luta do sindicato e da categoria, não houve reajuste salarial, mas foi realizado um “estudo técnico” que apontou várias irregularidades praticadas pela administração municipal, incluindo a gestão da pasta de Secretaria Municipal de Educação. Os pontos negativos apontados no estudo até hoje não foram sanados pela gestão.

Neste ano, mesmo depois de o Sinteal ter enviado vários ofícios, a gestão não deu nenhuma resposta à nossa entidade. Mas, durante a assembleia, o prefeito Hugo Wanderley envia ofício marcando audiência para o próximo dia 05 de julho (!!!), cerca de SESSENTA DIAS após à data-base da educação, em maio.

A categoria, ao lado do Sinteal e do núcleo regional, repudia esta atitude de descaso e desconsideração da administração municipal em relação à educação e seus trabalhadores.

Em tempo: se falta verbas para pagar salários dignos à categoria, e saldar pautas atrasadas, a prefeitura tem que explicar por que não falta dinheiro para gastar em eventos cívicos, culturais e religiosos, tendo em vista que foram gastos quase R$ 8 milhões (oito milhões de reais) do erário.
REGIONAL PÃO DE AÇÚCAR

Índice de reajuste é apresentado pela gestão municipal em reunião

O núcleo regional Sinteal/ Pão de Açúcar participou, em Monteiropólis, de mais uma reunião, na última quinta-feira (06/06), para tratar do reajuste salarial da categoria e outros pontos pendentes da pauta de reivindicações da categoria.

Referente ao reajuste, a proposta da gestão foi de 3,9% para todos as/os profissionais em educação ativas/os e aposentadas/os com retroativo à data base, que é maio.

Quanto à aplicação do ⅓ (um terço) da hora-atividade, o pagamento está implantado e aplicado do sexto ao nono ano em 02 escolas (quanto às demais escolas – do primeiro ao quinto ano – uma definição deverá sair após às férias, no segundo semestre deste ano.

Quanto ao difícil acesso, que tinha sido retirado, a informação da gestão é que o mesmo será reimplantado na folha do mês em curso, parcelado em duas vezes.