23 de novembro de 2021

Comunidade cobra respostas sobre Escola Edécio Lopes a prefeito JHC

 

O Sinteal está apoiando e participando de uma campanha de sensibilização puxada por mães e pais de alunos da escola Edécio Lopes. Desabrigada desde 2020 pelo afundamento do solo provocado pela Braskem, a unidade de ensino permanece sem definições de funcionamento pela gestão municipal.

Em vídeos divulgados nas mídias sociais, que o Sinteal também compartilhou, mães fazem apelos e cobranças ao poder público:

“Venho por meio desse vídeo pedir que as autoridades tomem uma atitude com relação à escola Edécio Lopes. Eu sou mãe de um aluno e desde o ano passado que a escola tem apenas aula online, tanto devido a pandemia como também por conta dessa situação do prédio, que não foi definida. Qual será o prédio? Vão alugar ou comprar? Então é essa indefinição, já teve protesto na prefeitura, e nós que somos pais e mães estamos muito angustiados sem saber daqui pra frente como vai ser isso, porque tanto o Sr. Prefeito como o Sr. Secretário de Educação não dão uma definição para a gente. Então eu venho pedir por favor que esse vídeo possa chegar a muitas pessoas e consiga mobilizar a todos para que a situação venha a ser resolvida”.

“Eu como todas as mães já não aguentamos mais nossos filhos fora da sala de aula, por motivos de saúde minha filha não consegue assistir aula online. Estamos cobrando nossos direitos, pagamos impostos, nossos filhos eram pra estar na escola. A gente já fez abaixo assinado, protesto, e até agora não teve resposta. Precisa de uma resposta já, a gente já esperou demais”.

O Sinteal tem acompanhado o drama desde o início, e já participou de muitas reuniões com a comunidade e também com a gestão, para cobrar soluções para o problema. “Desde a gestão anterior há promessas que nunca se cumprem, e esta gestão mantém total descaso e descompromisso com a situação. Tanto os trabalhadores e trabalhadoras, quanto os alunos e suas famílias estão sendo prejudicados com isso. Estamos ao lado da comunidade e vamos lutar até o fim para que tudo seja resolvido”, disse a presidenta do Sinteal, Consuelo Correia.