25 de janeiro de 2023

Sinteal realiza ato para cobrar esclarecimentos sobre o Fundo Garantidor do AL Previdência

 

A luta para evitar que as escolas do estado sejam entregues ao Fundo Garantidor do AL Previdência continua. Na manhã desta quarta-feira (25), o Sinteal realizou um ato na porta do Palácio do Governo para fazer cobranças sobre a operação que entrega os prédios de 304 escolas da rede estadual para este Fundo, fazendo com que o Estado de Alagoas pague o aluguel desses prédios. A manifestação se concentrou à porta do palácio, no centro de Maceió, com a presença de várias/os trabalhadoras/es da educação da capital e do interior.

Com a movimentação, o Governo do Estado abriu diálogo e convocou uma comissão composta por 06 representantes: o presidente do Sinteal, Izael Ribeiro; a vice-presidenta da entidade, Consuelo Correia; a secretária de Comunicação do sindicato, Patrícia David; a presidenta da CUT, Rilda Alves; Roselia Belo, presidente do Núcleo Regional de Rio Largo e representante do interior; e mais um representante da base da categoria, o professor Luiz. O deputado estadual Ronaldo Medeiros (PT) também acompanhou a comissão na reunião.

A comissão foi recebida pela secretária do Gabinete Civil, Luíza Barreiros, que ouviu os questionamentos feitos pela comissão. Na audiência, ficou encaminhada duas reuniões: na próxima segunda-feira (30), haverá uma reunião com o secretário de Estado da Fazenda, George Santoro, para que ele responda os questionamentos feitos na “Carta Aberta” entregue pelos sindicatos, em 22 de dezembro de 2022, e que trata da criação da Lei Nº 8.759/22.

Além dessa, haverá outra reunião na tarde desta quarta-feira (25), desta vez com o secretário Marcius Beltrão, que tratará das pautas já apresentadas em ofício encaminhado pelo sindicato.

O presidente do Sinteal, Izael Ribeiro, reforçou a necessidade de esclarecimentos. “Estamos buscando respostas sobre a situação das escolas repassadas para o Fundo Garantidor. Ainda não há uma clareza sobre vários detalhes dessa situação “, explicou.

“A lei não é clara sobre de onde virá os recursos para bancar os aluguéis das escolas, por isso estamos buscando respostas que a legislação não dá “, explicou a vice-presidenta Consuelo Correia.

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