Em assembleia, profissionais da educação de Quebrangulo cobram 10% de reajuste salarial
Os profissionais da educação de Quebrangulo realizaram assembleia nesta terça-feira (17) para discutir ações para cobrar à prefeitura a aplicação da Lei do Descongela e reajuste salarial. A categoria estabeleceu 10% na correção dos salários. Os trabalhos foram coordenados por Maria da Saúde, presidenta do Núcleo Regional Palmeira dos Índios do Sinteal; Cinara dos Santos, secretária-geral do Núcleo; Hérika Verônica, secretária-adjunta; Cristina Mota, secretária de Assuntos dos Aposentados; e Manoel Pereira, secretária de Assuntos Educacionais.
“Apresentei o valor do reajuste do piso nacional, que foi de 5,4%, fruto de grande luta da CNTE, uma vez que o percentual inicial devido à regra anterior seria de 0,37%”, relata. “Quebrangulo teve perda de 4,54% de arrecadado do Fundef para este ano, em comparação com 2025. Em valores nominais, foram R$ 1.822.277,24 a menos. Mesmo com o valor dessa perda, a categoria pediu 10% de reajuste”, completa Maria da Saúde, presidenta do Núcleo Regional Palmeira dos Índios do Sinteal.
Ainda segundo Maria da Saúde, a categoria entende que pagamento de rateios, na verdade, significa que o gestor não executou corretamente os recursos da educação.
“Ano passado, o Município de Quebrangulo pagou um rateio de três folhas mais 77% de uma quarta folha, totalizando quase quatro folhas. Nós, enquanto Sinteal, não defendemos rateio, mas, sim, valorização real. Quando há sobras desses recursos, é porque dinheiro não foi investido em valorização, sendo os aposentados os maiores prejudicados”, afirma a presidenta do Núcleo Regional Palmeira dos Índios do Sinteal.




