Escola Rubens Canuto suspende aulas por conta do calor excessivo
O Sinteal participou, na manhã desta segunda-feira (2), de uma reunião com as professoras e professores da Escola Estadual Rubens Canuto, no Benedito Bentes. Com as aulas suspensas por falta de condições mínimas nas salas de aula devido ao calor excessivo, a equipe se reuniu na escola para discutir como lidar com o problema.
Representado pelas dirigentes Patrícia David e Kátia Valéria, o Sinteal foi prestar apoio às trabalhadoras e contribuir com a busca por solução. “É realmente um cenário preocupante, que agora inviabiliza até o funcionamento da escola”, constatou Patrícia.
A escola enfrenta problemas na rede elétrica, e por conta disso os ar-condicionados não estão funcionando. O problema persiste desde o ano passado. De acordo com os relatos apresentados na reunião, o desconforto no ambiente torna o aprendizado impossível, pois os estudantes não conseguem se concentrar. Já aconteceram alguns episódios de estudantes e professores passarem mal por conta do forte calor dentro das salas de aula.
De acordo com a direção, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) foi informada sobre o problema, e já há processo administrativo aberto, mas ainda não foi apresentada solução. Diante do agravamento do problema, os profissionais decidiram liberar os alunos para evitar que algo mais grave acontecesse e a escola fosse responsabilizada.
“Mesmo sem aulas, todos os professores e professoras estão presentes na escola, com material de trabalho em mãos e cumprindo o horário. Os trabalhadores e as trabalhadoras estão fazendo a parte deles, mas infelizmente o Estado não garante as condições, e quem sofre são os estudantes”, disse Kátia.
A comunidade escolar está se mobilizando para cobrar soluções ao Governo do Estado. O Sinteal se comprometeu a continuar acompanhando a situação. “Temos visitado diversas escolas e constatamos sérios problemas estruturais em algumas unidades da rede estadual. Na última assembleia fomos informados sobre problemas em cinco escolas, estamos nos organizando e vamos reunir tudo isso para levar ao Ministério Público, denunciando o descaso do Governo”, finalizou Patrícia.






