18 de março de 2026

Sinteal reúne merendeiras da rede estadual e encaminha luta por condições de trabalho

Na noite da última segunda-feira (16), o Sinteal realizou uma reunião online com as merendeiras e merendeiros da rede estadual de educação. Na pauta, informes sobre o processo de insalubridade, condições de trabalho da categoria e outros informes.

Kátia Valéria, Secretária Adjunta de Funcionários/as do Sinteal, reforça que a realidade encontrada nas cozinhas das escolas está cada vez mais difícil. “O que estamos vivenciando na educação de Alagoas é o reflexo do que propõe o caos, precariza a educação e a saúde das merendeiras, com altos índices de adoecimento e afastamento do local de trabalho. A dor de uma é sentida por todas, as reinvidicações são por concurso público urgente, melhores estruturas nas cozinhas e revisão no quantitativo de alunos por merendeira é um apelo imediato e constante para essa categoria”.

O sentimento que predominou na reunião foi angústia. Renildes Ramos, dirigente do Sinteal e merendeira da rede estadual, fala da preocupação com a saúde. “É desumana a situação das merendeiras, a categoria está adoecida física e mentalmente”.

De acordo Luiz Elói, Secretário de Funcionários/as do Sinteal, a categoria vai fazer luta. “Há 24 anos não é feito concurso para funcionários, e por isso a categoria está sobrecarregada e sofrendo com direitos precarizados. O encaminhamento agora é que no dia 27 de março, estaremos na rua junto com a marcha das aposentadas e aposentados fazendo novamente a cobrança por melhores condições de trabalho, concurso público para merendeiras/os, vigilante escolar, agente administrativo, secretário/a escolar, Auxiliar de serviços diversos”.