24 de abril de 2026

Caravana do Sinteal começa a percorrer escolas públicas

Projeto acontece até o final de maio e deve passar por unidades de ensino da capital e do interior com ações do sindicato

Ganhou as ruas nesta quinta-feira (23), mais uma edição do projeto Caravana do Sinteal. Com uma programação diversa incluindo debates, palestras, apresentações artísticas, terapia comunitária e muito olho no olho com a categoria, dirigentes passarão por unidades de ensino da capital e do interior de Alagoas até o final de maio.

“A ideia do projeto é ampliar nossa presença no chão da escola, nos nossos locais de trabalho. Para além das visitas que fazemos periodicamente nas mobilizações, a caravana proporciona espaços de debate tanto com profissionais quanto com estudantes. Interagimos, ouvimos, e também falamos sobre os trabalho que o sindicato tem desenvolvido”, disse Izael Ribeiro, presidente do Sinteal.

O primeiro dia aconteceu em escolas da parte alta da capital Maceió. De manhã teve palestra sobre feminicídio na Escola Estadual Benedita de Castro e distribuição de jornais na Escola Estadual Margarez Lacet. À tarde, um Cine Debate na Escola Estadual Bom Conselho provocou reflexão e diálogo sobre a temática do bullying e violência nas escolas. O coro Sinteal Em Canto abrilhantou a visita com uma apresentação por lá.

Também à tarde, a Caravana esteve na Escola Estadual Salete de Gusmão com palestras sobre a importância da escola pública, e uma roda de terapia comunitária integrativa.

Em todos os locais que passou a Caravana realizou entrega do jornal do Sinteal e dialogou com as trabalhadoras e trabalhadores da educação sobre a realidade da escola e o cenário atual da educação em nosso Estado.

A partir da próxima semana a programação chega ao interior. “Na terça-feira (28) estaremos em Boca da Mata, e na quarta chegamos em Rio Largo. Iremos rodar todo o Estado, então prepare-se na sua escola, porque a turma está passando, está chegando aí. Vamos falar sobre as questões relacionadas à educação, também vamos levar nossa roda de terapia, falar sobre feminicídio, racismo, sobre as conquistas da classe trabalhadora e os desafios para o próximo período. Então se liga que estamos chegando aí na sua cidade”, disse Izael.