Sinteal participa da Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília

O Sinteal participou da Marcha da Classe Trabalhadora, convocada pela CNTE, CUT e outras centrais, federações e confederações sindicais, realizada nesta quarta-feira (15) em Brasília.
Na pauta, tendo como principais bandeiras a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o fim da escala 6×1, o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização, o fortalecimento das negociações coletivas e a regulamentação do trabalho por aplicativos.

“Viemos com uma delegação para somar na mobilização pelo fim da escala 6×1, pela redução da jornada sem redução de salários, pelo fim da pejotização e dar um basta na reforma administrativa. Essa luta é de toda a classe trabalhadora que somente com unidade vai conseguir vencê-la”, pontua Izael Ribeiro, presidente do Sinteal, ao ressaltar que a luta não é somente pelas questões das relações de trabalho. “Neste ano, ainda precisamos estar mobilizados e unidos em defesa da democracia contra o autoritarismo. Sem democracia não há sindicato e não há direitos à classe trabalhadora”, completa.
CONFIRA A GALERIA COMPLETA DE IMAGENS CLICANDO AQUI
Girlene Lázaro, secretária Adjunta de Assuntos Educacionais do Sinteal e diretora da CNTE, ressalta a mobilização de trabalhadores de todo o país em Brasília. “Trabalhadores de todo o país vieram a Brasília para reivindicar seus direitos e avançar em temas caros para nós, como o fim da escala 6×1 e impedir a aprovação da reforma administrativa”, comenta.

Já Consuelo Correia, vice-presidenta do Sinteal, destaca a sanção do Plano Nacional de Educação (PNE) e a defesa da democracia no Brasil. “Terça-feira, [14], tivemos uma grande vitória que foi a sanção do PNE pelo presidente Lula. Um marco para a educação brasileira que vai nos permitir avançar na qualidade do ensino ofertado no país”, comenta. “Estamos marchando em defesa da classe trabalhadora, pelo fim da escala 6×1, contra o feminicídio, pela soberania e em defesa da democracia. Sem democracia, não temos como garantir nossos direitos. Por isso, precisamos eleger o presidente Lula”, completa Consuelo Correia.




